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Delegada da Polícia Civil da Bahia perde função pública, afirma MP

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Delegada da Polícia Civil da Bahia perde função pública, afirma MP

Maria Selma foi condenada a oito anos de prisão e pagamento de multa.

Delegada Maria Selma Pereira Lima perde função pública após condenação de oito anos e pagamento de multa.

Reprodução/TV Bahia A delegada da Polícia Civil Maria Selma Pereira Lima, investigada por suspeita de envolvimento em esquema criminoso de furtos, roubos e clonagem de veículos em Salvador, teve a perda da função pública decretada pela Justiça, de acordo com informações divulgadas nesta terça-feira (13) pelo Ministério Público da Bahia (MP).

Segundo o MP, Maria Selma foi condenada a oito anos de prisão e pagamento de multa pela prática dos crimes de falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso, denunciação caluniosa, usurpação de função pública e fraude processual.

O valor não foi divulgado.

Procurada pelo g1, Maria Selma Lima não atendeu as ligações.

De acordo com denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público estadual, a delegada e outros três homens estariam envolvidos no esquema, que foi alvo da “Operação Dublê”, em 2020.

Ainda segundo o MP-BA, Maria Selma Lima usufruía dos privilégios do cargo e da influência que possuía na Polícia Civil para garantir a impunidade do grupo criminoso e facilitar a execução e vantagem dos crimes.

Em uma das ações, ela teria falsificado documentos de terceiros para realizar a devolução ilegal de um carro clonado apreendido pela polícia com membros da quadrilha.

A delegada também teria colocado uma pessoa ligada ao grupo criminoso no ambiente da polícia para auxiliá-la como se fosse policial e desta forma a ajudava com o esquema.

O MP informou que, além de Maria Selma Lima, a Justiça condenou outro envolvido a 15 anos e dois meses de prisão, pelos crimes de furto, corrupção ativa, denunciação caluniosa, posse ilegal de arma de fogo, falsificação de documento público, falsidade ideológica e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Um terceiro envolvido foi condenado a prestação de serviços à comunidade e limitação de final de semana, pelo crime de usurpação de função pública.

Veja mais notícias do estado no g1 Bahia.

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Publicada por: RBSYS

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